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 Christmas in New York [concurso de one-shots]

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Pan
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MensagemAssunto: Christmas in New York [concurso de one-shots]   Dom Ago 09, 2009 3:44 am





Vinte e quatro de Dezembro de dois mil e trinta e oito.


A chuva cai calma e subtil nas costas da minha mão fazendo me reviver memórias, visitando tempos passados, sonhos perdidos e mais tarde alcançados. Baixo a cabeça olhando para o relógio, que marca precisamente meia-noite. Se já não bastava a chuva para me transportar no tempo, agora sabendo que era meia-noite todo o meu ser viajou para outras memórias, sendo apenas o corpo que permanecia naquele terraço molhado e vazio.

**

Absorvo a paisagem na minha mente e inalo o cheiro nostálgico da terra molhada pela chuva que suavemente cai. Sinto o meu cabelo a dançar ao ritmo do vento enquanto olho para o céu na esperança ridiculamente inocente de que estejas a olhar para o mesmo pedacinho de céu, naquele preciso momento, a sentir o mesmo que eu, a ser consumido pela saudade e tristeza.(…) Sempre fui assim, nada há-de mudar a minha capacidade inútil (?) de preferir o sonho à realidade, de apenas conseguir viver num mundo que só imagino, não toco ou sinto. Sinto uma pontada forte no peito que de tão intensa parece real, parece que foram mesmo os nervos que levaram à sensação de dor. Mas não. É daquelas dores que não se curam com medicamentos, terapias, bruxarias, nada. A única cura para tirar a dor, é a pessoa que te provocou essa dor. Pena que estejas demasiado longe para me aliviares a dor. Pena que talvez nem te importes comigo, já que tens tudo o que queres, já que concretizaste todos os teus sonhos. Abanei vigorosamente a cabeça num gesto psicológico de afastar todos estes pensamentos. Já a algum tempo que não estava assim tão deprimida, consumida pela dor. Julgo que o facto de ser Natal e estar em Nova Iorque numa noite chuvosa não ajude muito. Ou mesmo nada. Decido ir dar uma volta pela cidade, segurando um guarda-chuva vermelho na mão, levando na outra um bom pedaço de solidão misturada com sonhos nunca concretizados. (…) É bom passear num dia chuvoso. Ninguém percebe se as gotas de água na nossa cara são gotas de chuva ou lágrimas.

Por mais que tente, por mais que me esforce é impossível, literalmente, não estares na minha mente. Olho para um edifício e está lá um cartaz enorme contigo e os teus irmãos a anunciar um evento já passado – o concerto que deram ontem e eu, infelizmente ou não, não pude ver. Olho para o chão molhado e vislumbro um bilhete do vosso concerto todo amachucado. Se fechar os olhos pioro a situação pois no escuro és a única luz que eu vejo. Julgo que tenho de me habituar a nunca saíres do meu pensamento e começar a conviver com isto, tentando inutilmente ignorar.
Vou percorrendo as ruas de Nova Iorque num passo prolongado e lento, pisando cada poça de água, inalando cada cheiro de terra molhada e relva fresca, sentido a chuva na cara, transportada pelos meus cabelos loiros que voam ao vento. Pergunto-me se haverá algo mais solitário que passear por Nova Iorque, sozinha, no Natal, à chuva. Provavelmente não. No entanto, não havia nada que eu pudesse sozinha mudar, estava demasiado absorvida na minha solidão para conseguir pensar numa atitude independente e adulta que me tirasse daquele estado de solidão e saudade. As pernas fraquejam com a dor, psicológica, que me avassala e sinto que um elefante me está a pisar o peito, pressionando o meu coração com uma força insuportável. Decido sentar-me tentando escolher um banco minimamente seco – tarefa impossível. Avisto uma pequena loja fechada com um toldo capaz de impedir a chuva de me molhar e umas escadas quase secas, perfeitas para me sentar. Avanço para elas e sento-me, sentindo-as frias, porém era me indiferente, nada me importava. Baixo o guarda-chuva vermelho e vou vendo as pessoas passar, comentando mentalmente os sorrisos que levavam na cara sempre que iam acompanhadas; as mãos cheias de sacos com prendas de Natal que iam ser entregues num ambiente familiar harmonioso; os casais de velhotes ainda abraçados e numa conversa amena; os namorados de mão dada, percorrendo as ruas com brincadeiras e sorrisos que resultavam em facadas no meu coração destruindo-me aos poucos a felicidade que me restava. Fechei suavemente os olhos e deixei-me estar imóvel, apenas levantando e baixando o peito num gesto reflexo do meu respirar. Cheirava a Natal. Cheirava ao riso cúmplice de namorados. Cheirava a tudo o que me fazia sofrer mais. Sinto algo frio e molhado escorrer pela minha bochecha esquerda, chegando à boca. Sabia a sal. Detecto um cheiro diferente dos que estava habituada naquele lugar, cheirava a lavanda, e a sol, e a menta, e a maresia e mais uma mistura de cheiros que eu não conseguia distinguir mas que me atraíam como um íman. Repeli a minha necessidade humana de abrir os olhos para descobrir de onde provinha o cheiro. Queria senti-lo e não ficar desapontada quando descobrisse a sua fonte. Uma mão quente, seca e suave toca ao de leve no meu braço. Dou um subtil e quase imperceptível salto com o susto e abro os olhos, mas baixo a cabeça para os meus sapatos encharcados. Vislumbro outros sapatos encharcados, no entanto polidos e com alguma elegância.
- Está tudo bem?
Arrepio-me. Todo o meu corpo fica imóvel, sem qualquer tipo de reacção. Estava tudo a embater contra mim. Os cheiros que há segundos tinha sentido estavam mais fortes, os sapatos elegantes e polidos…a voz. Eu conhecia aquela voz. Eu sabia quem era dono daquela voz rouca, mas suave, forte, mas terna. Fiz um esforço sobrenatural para conseguir arranjar forças para conseguir mover a cabeça para cima, vislumbrando-o. Parei de respirar por cinco segundos. Os seus olhos fitavam-me preocupados, demonstrando alguma agitação, o que não era coerente com o seu rosto sereno. Num espaço da minha mente apreciava a sua beleza, como se ele fosse uma estátua perfeita; num outro espaço, começava a crescer um dilema. Dir-lhe-ia a verdade? Ou mentiria para que ele não pensasse que eu era uma doente mental que vagueia as ruas? Decidi-me pela verdade. Sempre me ensinaram que não há nada melhor que a verdade. Iria testar essa teoria. Todos estes meus pensamentos tiveram uma curta duração, talvez segundos, o que explica o facto de ele não ter saído dali frustrado e aborrecido há muito tempo.
- Não. – respondi, com uma voz trémula, o que era de esperar quando sentimos que nos estão a ler a alma através dos olhos.
- Será que me posso sentar? – o canto direito do seu lábio elevou-se ligeiramente, fazendo-me derreter por dentro.
- Claro, mas não prometo ser uma boa companhia, Nicholas. – Bolas, que estúpida que sou! Porque tinha de lhe mostrar que o conhecia? Porque tinha sempre de estragar tudo? Provavelmente vai arranjar uma desculpa para sair daqui educadamente, com medo que eu comece aos gritos a dizer que o amo e a pedi-lo em casamento. Vi os seus lábios prestes a moverem-se para articularem uma palavra e apressei-me a intervir.
- Desculpa! Não te vás embora, por favor. No entanto compreendo que o queiras fazer. Não era de todo minha intenção afugentar-te… - confessei, sentido o sangue subir as bochechas tornando-as mais rosadas.
- Afugentar-me? Eu é que podia ter-te afugentado ao falar contigo do nada. Já estou habituado que me conheçam. No entanto, assim fico em desvantagem. Sabes o meu nome, mas eu não sei o teu.
Isto poderia mesmo estar a acontecer? Mordi o lábio para cair na realidade – beliscar-me seria demasiado ridículo. Confirmado. Era real. Virei a cara para o lado esquerdo, onde ele se encontrava, bastante perto de mim. Sentia as suas ancas tocar na parte inferior das minhas costas. Arrepiava-me.
Ao olhá-lo tão de perto pude observar todos os pormenores da sua cara ao milímetro. O olho direito era mais pequeno que o esquerdo. As sobrancelhas tinham uma curvatura pouco notória acentuando os seus olhos castanho-chocolate. Uma madeixa de cabelo encaracolado caía-lhe na testa. Possuía três sinais minúsculos na testa e outros tantos, quase invisíveis, em cada bochecha. O nariz tinha um tamanho razoável e fazia uma perfeita harmonia com o resto da cara. Desci o olhar para os lábios. Eram extremamente característicos, únicos. Pequenos, bem desenhados, um pouco carnudos. A perfeição está nos olhos de quem a vê, e eu estava a presenciá-la nesse momento. A perfeição encontrava-se à minha frente, e estava a olhar para mim, à espera de uma resposta. A minha resposta.
- Rita. Chamo-me Rita.
Ele sorriu com os lábios perfeitos.
- Porque estás sozinha na noite da véspera de Natal?
- Vim passar aqui as férias de Natal com uma amiga minha, mas ela teve de regressar a Portugal porque soube que a irmã dela ia ter o filho nos próximos dias. Eu decidi ficar. Algo me disse para ficar. – olhei para ele e percebi que ele era a razão do meu instinto me dizer para ficar. – Então, fiquei sozinha…
- Fico feliz por teres ficado. – esboçou um sorriso e eu retribui.
A partir daí desenrolou-se uma conversa enorme, no entanto, da qual nenhum de nós se cansou. Ele explicou que não se sentia no espírito natalício da família que se encontrava cá, e não queria estragar-lhes o Natal, decidindo dar uma volta por Nova Iorque para refrescar as ideias. Disse também que se lembrava do concerto em Portugal – afinal tinha sido há menos de um ano que este tinha decorrido. Recordei o segundo em que os nossos olhares se tocaram durante o concerto. Lembro-me do que senti quando ele me olhou, fiquei totalmente paralisada e sem respirar por uns bons segundos. Na altura, podia jurar que ele tinha reagido da mesma maneira que eu, que tinha sentido o mesmo que eu, mas quando cheguei a casa acordei para a realidade e resignei-me ao facto de ter uma imaginação enorme que geralmente se sobrepunha à realidade. Falámos disto e do outro. Falámos de tudo. Encaixávamos. Pertencíamos.
Com o passar das horas o tempo arrefecia, e com a chuva ainda a cair tremi com o frio. Ele podia ter-me emprestado o seu casaco, mas em vez disso, colocou gentilmente o seu braço por cima dos meus ombros e apertou-me contra si. Uma corrente eléctrica passou por todo o meu corpo fazendo o meu coração bater a mil. Ele percebeu e riu baixinho, num riso de felicidade, não de gozo, num riso perfeito.
- Melhor?
- Bastante. Obrigada.
Os meus olhos desviaram-se dos seus para os seus lábios. Estávamos perigosamente perto. Demasiado. Não sabia se teria forças suficientes para fazer o correcto e resistir à tentação. Eu não podia beijá-lo. Simplesmente não podia. Ele conhecia-me há umas duas horas. Era inviável.
No entanto, ele não pareceu seguir o mesmo raciocínio que o meu. Em vez de se esforçar por se afastar, deixava-se aproximar ainda mais. O seu hálito a menta fazia-me perder a linha de raciocínio, e com isso a força para fazer o que estava certo. Deixei de me afastar. Deixei-me simplesmente envolver pelo seu ser. Deixei-me ir. Sinto a sua respiração cada vez mais perto, sinto-me cada vez mais tonta, sinto o meu coração a querer saltar do peito, no meu estômago vivem todas as espécies de borboletas, estou perto, muito perto. Os narizes tocam-se. Ele pára. Eu paro. Demoro um segundo a abrir os olhos – não queria deixar o momento ir se com o vento. Abri os olhos. Os olhos dele continuavam fechados, mas apenas durante uma fracção de segundo. Afastou-se, em evidente pânico.
- Desculpa. Não era suposto…
Porque é que ele tinha parado? Porque se tinha afastado? Eu deixei-me levar. Porque é que ele não se deixou levar também? Tinha de fazer algo. Eu precisava de o ter, naquele momento. Precisava de acabar com o espaço que nos separava. Precisava de lhe pertencer, precisava que ele me pertencesse.
- Shh.. Não peças desculpa. Queres…queres dançar?
- O quê? No meio da chuva? Mas não há música…
- Não é preciso. Queres ou não, Nicholas? – como adorava dizer aquele nome.
- Sim.
Foi tudo o que bastou ouvir. Agarrei na mão dele e avancei sem medo para o meio da chuva que caía suave, debaixo da Lua.
Não havia quase ninguém na rua – como é natural, às 23.45h da véspera de Natal, todos se encontravam com as suas famílias em casa, celebrando a mais bela época do ano. Éramos rodeados de imensas lojas e casas enfeitadas com luzes multicolor. À nossa frente havia uma majestosa árvore de Natal, com uma estrela prateada brilhante no topo, acompanhada de um pequeno anjo que abençoava quem ali passasse.


Última edição por Pan em Dom Set 27, 2009 1:01 am, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Christmas in New York [concurso de one-shots]   Dom Ago 09, 2009 3:44 am

Ao fim de termos andado dois passos, ele pára-me, dizendo:
- Rita… Eu... Eu não sei dançar. – desviou o seu olhar para o chão de modo a esconder as bochechas rosadas de vergonha.
Ri-me.
- Não importa. Ninguém nos está a ver. Estamos sozinhos. – acentuei exageradamente a ultima palavra, no entanto, fi-lo de forma inconsciente. Foi então que percebi que o meu coração já havia tomado conta de mim, afogando a razão, o medo, as preocupações, deixando apenas espaço para viver o momento, viver o presente e aproveitá-lo da melhor forma.
Parou de chover permanecendo apenas uma brisa fria e avançamos ficando no meio da rua, a uma distância igual das escadas e da Árvore de Natal. Tenho a certeza que se fossemos vistos do céu, estaríamos no meio de um círculo perfeito, fechando um velho e doloroso capítulo das nossas vidas, e iniciando um completamente novo, um começado do zero.




Ele abraça-me com todo o cuidado, como se ele tivesse medo de me partir. Tenho a certeza que nesta altura deixei de sentir o coração, como se este tivesse perdido todas as batidas que tinha a obrigação de cumprir. Aconchego os meus braços no seu peito e sinto o coração dele a querer saltar do peito, o que fez o meu voltar a bater com uma força e velocidade sobrenaturais. O amor é ridículo, mas eu vivo para o sentir. Inspirei devagar. Queria guardar o seu cheiro, pormenor a pormenor, para sempre na minha memória. Queria levar o seu toque eternamente comigo. Queria permanecer para toda a vida com ele. Sinto os seus braços a envolverem-me por completo, mas desta vez, ligeiramente com mais força. Começamos a balançarmo-nos ao compasso do vento. Esquerda. Direita. Esquerda. Direita. O assobiar do vento é a nossa melodia, o instrumento que nos faz dançar.
Lentamente, sinto a sua cabeça baixar-se para o lado esquerdo da minha, sussurrando-me ao ouvido uma das mais belas canções já compostas. Sentia cada som a entrar no meu ouvido, fazendo me entrar num estado de transe, fazendo-me ruborizar, lendo-me a alma, apoderando-se da minha vida, tomando conta dos meus sonhos tornados realidade.

“Turn right into my arms, turn right you won’t be alone, I won’t let you fall of this track, I’ll walk with you to finish line”

Ele tinha mudado a letra, tinha a alterado para uma música que acredita num futuro a dois, e não numa que falava de amores destruídos.
A emoção era demasiada para conter dentro de mim, não aguentava com tanto sentimento dentro do meu pequeno ser, eu julgava que não era possível amarmos tanto – até hoje.
Cantei para mim. Porém, ele ouviu-me porque reparei que o seu coração escapou uma batida no momento em que comecei a cantar. Continuei. Tinha de libertar pelo menos parte da emoção.

“I’ll do all I can, and I’ll give everything even if you have to go your way, your road will always be for me.”

Acabei o verso. Senti-me mais livre, mas faltava-me algo. Faltava me algo para me sentir (quase) completa. No entanto, não forcei nada, apenas continuei a dançar ao ritmo do seu corpo, ao som das nossas vozes, debaixo do luar.
Ele pára. Eu paro. Sinto a mão dele deslizar para fora das minhas costas e tocar no meu queixo, fazendo-me erguer a cabeça para ele. Não tinha dúvida nenhuma que ele possuía os olhos e lábios mais perfeitos do mundo.
Não consegui resistir ao íman que ele era, que os seus lábios eram. Aproximei a minha cara da dele, perdendo por completo a linha de raciocínio. Julgo que até do meu nome me tinha esquecido. A sua respiração tão próxima deixava-me tonta. De novo, os nossos narizes tocaram-se, deixando-nos parados no tempo a sentir os corações do outro bater descompassadamente e a sentir as respirações aceleradas.
Fechei os olhos. Perdi a noção de espaço. Finalmente, os seus lábios de seda tocam nos meus. Eram suaves, quase de cetim, e quentes. Sim, eram sobretudo quentes. Perdi a noção de tempo, de realidade, do certo, do errado, de razão, de sentimento, de quem era, do que tinha sido, do que esperava ser, dos sonhos que tinha tido, dos sonhos que estava a realizar, dos medos que me assolaram e que desapareciam naquele momento, dos obstáculos que eram agora ultrapassados, das barreiras destruídas, das pontes erguidas, de tudo.
Uma corrente eléctrica percorreu todo o meu corpo quando a sua mão procurou uma madeixa de cabelo minha e ficou a acaricia-la e à minha face enquanto os seus lábios tomavam conta dos meus. Num gesto instintivo levei a minha mão direita ao seu cabelo. Era encaracolado e incrivelmente macio.
Não sei durante quanto tempo nos beijámos, não sei durante quanto tempo dançámos, não sei quanto tempo permanecemos somente abraçados. Sei que quando os seus lábios se largaram dos meus, eu precisava que se voltassem a juntar. Dependia disso, dependia dele para me sentir feliz, para dar o melhor de mim e tirar o melhor dele.
Tinha medo de abrir os olhos e descobrir que tinha sido apenas um sonho enganador. Tinha medo de com um simples abrir de olhos perdesse o que mais me era valioso na vida, mas tinha de o fazer. Precisei de toda a força do Mundo para os abrir, mas consegui. E, para meu espanto, ele continuava à minha frente, já de olhos abertos, com os olhos a brilhar. Não pude evitar um sorriso. Nunca tinha experienciado uma felicidade que fosse tão impossível de conter como a tristeza profunda. Nicholas sorriu-me, com os olhos e com os lábios.
- Feliz Natal. – e beijou-me a testa envolvendo-me num abraço.
- Feliz Natal. – disse. No entanto, continuava a faltar algo para completar – não terminar – aquela noite. Eu tinha de o conseguir dizer, tinha de conseguir exprimir tanto amor que estava dentro de mim.
– Amo-te. – proferi finalmente. Senti-me livre. Senti o peso do meu coração a voar para o espaço, sentia-me feliz, sentia-me viva.
Porém, agora estava com medo de não ouvir o que queria, de ter andado mais depressa do que devia, de ter ignorado o que era correcto e simplesmente seguido o coração. Afinal, ele conhecera-me apenas hoje, há umas horas atrás…eu tinha de facto acelerado de mais. A respiração dele parou no instante em que pronunciei tal palavra e ainda não tinha recomeçado.
- Eu também te amo, mais do que possas imaginar.
Acho que morri por segundos porque não faço a menor ideia do que aconteceu nos quinze segundos seguintes à sua fala.




Continuámos abraçados e fomos passear pela noite fora. Agora, nenhum de nós estava sozinho na noite de Natal, agora tínhamo-nos um ao outro e isso ninguém nos podia tirar.
Eram já duas da manhã, estava um frio de gelar, e continuávamos a passear de mão dada pela rua. A sua mão tinha uma textura única. Tanto tinha de suave como rugosa. E, por mais estranho que pareça, encaixava perfeitamente na minha, como duas peças de um puzzle que se completam uma à outra.
Um telemóvel tocou, era o dele. A mãe estava seriamente preocupada com o paradeiro do seu filho. Conversaram durante uns longos dez minutos, variando no tom da voz, tanto rígido, compreensivo, sensato. Nick terminou a chamada com uma cara fechada, apreensiva e eu não via a razão da sua tristeza devido apenas a um telefonema com a mãe.
- Eu tenho de ir. Tenho de ir embora.
Um elefante voltou a pisar o meu coração com toda a força que tinha. E doeu tanto. O vazio no meu peito começava a dar notas de reaparecer e eu não aguentaria isso de novo. Ele não podia ir se embora. Como era suposto eu viver sem ele? Como esperava ele que eu aguentasse não o ver mais? Eu não iria estar em Nova Iorque por muito mais tempo – no máximo dos máximos uma semana. E o que faríamos depois? Como poderíamos arranjar espaço para nos vermos, para estarmos juntos? Senti os membros a serem tolhidos pela dor, tal como a minha felicidade se desvaneceu num ápice. Senti algo quente sair dos olhos e escorrer pela cara. Doía. Doía muito.
-Rita?!
Nicholas estava completamente sem reacção sem fazer a mínima ideia do que fazer. Ele não sabia que fazer. A confirmação disso fez as lágrimas brotarem mais rápido do que antes.
- Tem calma! Eu fico aqui, em New York mais uns dias e depois… - a sua voz embrulhou-se nesta parte, mas depressa se recompôs – ele era bom a esconder os sentimentos. - depois arranjaremos solução para isto. Nós vamos arranjar uma solução.
- Mas como, Nicholas? Eu vivo no outro canto do Mundo, eu estudo na Inglaterra, tu cantas na América. Como esperas sair disto com um final feliz? Como esperas que o nosso amor tenha um final feliz?!
Estava completamente exasperada e a entrar em profundo desespero.
- O nosso amor não vai ter um final feliz, simplesmente porque nunca vai ter um fim.
Abracei-o com toda a força que possuía. Com cada músculo do meu corpo, com cada pedaço da minha alma, com o coração. Podia jurar que nunca dei um abraço tão forte e sentido como aquele.
- Promete que nunca vais esquecer esta noite. Promete que por muitas pessoas que conheças, por muitos sítios que vás, por muitos muitos anos que vivas, por muitas…por muitas namoradas que tenhas… - a voz doeu-me nesta parte – nunca te vais esquecer de mim.
- Prometo. Prometo. Prometo. E eu não faço tenções de ter mais namoradas nesta vida para além de ti. – afagou-me a face ao de leve. – Prometes também?
- Prometo.
E beijámo-nos com todo o amor que nutríamos um pelo outro. Eu nunca me cansaria dos seus beijos, dos seus lábios, do seu toque que me faz arrepiar, da sua voz, da sua personalidade, dos seus olhos, da forma que me fazia esquecer o modo de respirar, da maneira que me completava.

**


Irmos cada um para sua casa foi a parte mais dolorosa dessa noite. Demorámos consideravelmente uma hora a despedirmo-nos, pois tínhamos demasiado medo de ser um sonho do qual íamos acordar brevemente. Felizmente, isso não aconteceu. Depois dessa noite, mais noites, mais dias, mais meses, mais anos vieram. Dificilmente, conseguimos aguentar os dias em que não nos víamos – às vezes até meses – as noites passadas em branco a falar ao telefone, os dias em que precisávamos especialmente um do outro mas o máximo que podíamos ter era a voz que ouvíamos através de um aparelho electrónico, as vezes que o via a ser assediado por fãs esbeltas e perfeitas e temia pela nossa relação, quando ele se sentia mal devido à sua doença e eu estava demasiado longe para o poder ajudar. Porém, tudo valeu a pena para hoje podermos estar todos os segundos do dia juntos, o tempo que quisermos, sempre que quisermos. Ainda guardo todos os sentimentos daquela noite comigo, trago na memória todos os pedaços daquela noite, todas as memórias que jamais serão esquecidas. Hoje, sorrio enquanto olho para este luar que me faz recuar no tempo e reviver o Natal mais importante da minha vida.
- Rita, que estás a fazer aqui no terraço à chuva?
Virei-me para ele. Tudo parecia surreal, continuava a não acreditar que de facto ele era meu, que de alguma forma eu o merecia. O seu cabelo, os seus olhos e lábios continuavam na mesma, tinha os mesmos traços que me atraíram sempre. E, mais importante que isso, era a mesma pessoa de sempre, era o mesmo rapaz com quem eu falei numa noite de Natal e pelo qual me apaixonei profundamente.
- Estava-me a lembrar da noite em que nos conhecemos. Estava a chover como hoje, lembras-te?
Acenou que sim e beijou-me a testa.
- Sempre me questionei, mas julgo que nunca te fiz realmente esta pergunta. Porque foste ter comigo naquela noite? Eu estava assim com uma cara tão deprimida que te fizesse ir lá quase por socorro?
Deu uma gargalhada, daquelas que eram música para os meus ouvidos e com as quais eu não conseguia viver sem.
- Na verdade, não era a primeira vez que eu te via. De facto, eu fui ter contigo porque eu sabia que devia de o fazer e sempre quis conhecer-te desde aquele concerto em Portugal. Digamos que nunca me esqueci dos teus olhos azuis a lerem-me a alma em apenas fracções de segundos.
O meu Mundo parou. Tudo à volta desaparecia e no meu Mundo, apenas ele existia naquele momento. Apenas o seu ser me fazia viver, me fazia sorrir e amar a vida.
- Então, eu não imaginei que olhavas para mim no mesmo segundo em que olhei para ti. Tu sentiste o mesmo. Desde-o-princípio.
As palavras balouçavam-me nos lábios do quão chocada eu estava. Fora amor à primeira vista, como nos contos de fadas. E quando eu pensava que não podia ser mais feliz, ele conseguia sempre surpreender-me.
-Queres dançar?
- No meio da chuva? Mas… mas eu não sei dançar…
- Outra vez com a mesma história, Nick?
Sorri-lhe.
Nicholas deu-me a mão e abraçou-me, enquanto balançávamos ao som da nossa canção de amor.


Spoiler:
 


Última edição por Pan em Dom Set 27, 2009 1:02 am, editado 4 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Christmas in New York [concurso de one-shots]   Dom Ago 09, 2009 3:57 am

oh amor, sabes bem o quanto isto toca a uma pessoa. sabes bem disso. não li tudo, ainda só li uma parte do segundo post, porque o primeiro não aparecia. mas está tão perfeito. e essas palavras toca com todas as forças cá dentro. está perfieto, mesmo! não tenho palavras para definir isto. és mais uma que têm um dom. aliás, mais um dom em ti. tocas com as palavras, e orgulha-te de o conseguires fazer. há textos que embora as palavras todas bonitinhas, não tocam nada. mas tu, tu não. tu consegues mesmo fazê-las tocar, e orgulha-te.
amanhã amor, juro que leio tudo tudo, porque agora tenho de ir embora. só tens de me lembrar, que eu tenho cabeça de amendoim.
mas está perfeito, e disso podes tu acreditar.
a ultima parte
Código:
-Queres dançar?
- No meio da chuva? Mas… mas eu não sei dançar…
- Outra vez com a mesma história, Nick?
Sorri-lhe.
Nicholas deu-me a mão e abraçou-me, enquanto balançávamos ao som da nossa canção de amor.
li, por acaso. e está linda! mais uma parte que tocou. RITA, PARABÉNS, A SÉRIO AMOR! estou completamente sem palavras para isto, desculpa :'
love you so much baby!
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MensagemAssunto: Re: Christmas in New York [concurso de one-shots]   Dom Ago 09, 2009 4:08 am

Tu sabes o que eu acho desta shot. Fui a primeira a ler, chorei e sorri com ela, palavras nao sao suficientes para descrever tudo o que senti e a isnpiraçao que me deste. És uma escritora mágnifica e impressionante, se pudesse dava tudo para que o teu sonho se realizasse.
Graças à tua shot estou a escrever a pior shot da minha vida e acredita que vai ser algo demasiado intenso para mim.
Continua a escrever coisas assim que eu vou continuar a sorrir, chorar e comentar cada palavra, cada sentimento.
ly <3
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MensagemAssunto: Re: Christmas in New York [concurso de one-shots]   Dom Ago 09, 2009 4:26 am

OMFG OMFG OMFG |:
eu não estou em condições para comentar o que acabei de ler : o
está pefeito ídola «3

( amanhã se tiver coragem eu tento fazer um comentáro decente : o )

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MensagemAssunto: Re: Christmas in New York [concurso de one-shots]   Dom Ago 09, 2009 10:38 am

oh amor, esta shot é a mais linda e sentida que já li. e só por respeito a isso nem sequer vou participar. mereces ganhar mais do que outra shot qualquer - nao quero dizer com isto que todas as que postarem aqui nao tenham sentido nem sejam de valor, pelo contrario, eu amo as shots que postam neste fórum, há shots tao mas tao lindas, é só boas escritoras aqui, e tenho muito orgulho nisso - mas esta shot é especial para mim :$ tem um significado tão grande, mas tão grande. senti cada palavrinha como se tivesse sido eu a viver este sonho! oh soul, amo-te tanto mas tanto . para sempre (L)

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MensagemAssunto: Re: Christmas in New York [concurso de one-shots]   Dom Ago 09, 2009 4:24 pm

esta é das melhores shot que eu já li. o tamanho não é problema pois com as tuas palavras é tão fácil envolvermo-nos na história que o facto de ser tão grande até nos passa ao lado. juro-te que amei mesmo esta shot e não tenho palavras para descrever o que senti ao lê-la.
muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuitos parabéns & boa sorte para o concurso. <3
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MensagemAssunto: Re: Christmas in New York [concurso de one-shots]   Dom Ago 09, 2009 4:31 pm

filipaj. escreveu:
oh amor, esta shot é a mais linda e sentida que já li. e só por respeito a isso nem sequer vou participar. mereces ganhar mais do que outra shot qualquer - nao quero dizer com isto que todas as que postarem aqui nao tenham sentido nem sejam de valor, pelo contrario, eu amo as shots que postam neste fórum, há shots tao mas tao lindas, é só boas escritoras aqui, e tenho muito orgulho nisso - mas esta shot é especial para mim :$ tem um significado tão grande, mas tão grande. senti cada palavrinha como se tivesse sido eu a viver este sonho! oh soul, amo-te tanto mas tanto . para sempre (L)

MAS TU ÉS PARVA!? Tu livra-te, mas LIVRA-TE, de nao participares por uma razao dessas! LI-VRA-TE!
/momentoameaçadorOff

obrigada por leres e por gostares e amo-te e acredito e quero-te comigo dia 23 $: obrigada amooor :'

&

obrigada CatarinaR, foste a primeira a ler 8D e eu sei que essa shot e dificil para ti de escreveres mas tu es forte e vais conseguir escrever uma shot maravilhosa como sempre o fazes. ly <3

& catarinaj , pois isto estava dificil de postar, porque era demasiado grande, mas hopefully agora já mostra tudo. Espero que gostes de ler a shot mesmo ja sabendo o final xD obrigada obrigada meu amoor, ly (L)

& trish , nao esta nada perfeito ._. no entanto, eu gosto de deixar as pessoas sem reacçao 444 haha, obrigada idolaaaa *-* <3

&mou , obrigadaa amoor *-* ainda bem que, aparentemente, ninguem adormeceu a meio da historia haha *-* obrigada <3
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MensagemAssunto: Re: Christmas in New York [concurso de one-shots]   Dom Ago 09, 2009 4:39 pm

filipaj. escreveu:
oh amor, esta shot é a mais linda e sentida que já li. e só por respeito a isso nem sequer vou participar. mereces ganhar mais do que outra shot qualquer - nao quero dizer com isto que todas as que postarem aqui nao tenham sentido nem sejam de valor, pelo contrario, eu amo as shots que postam neste fórum, há shots tao mas tao lindas, é só boas escritoras aqui, e tenho muito orgulho nisso - mas esta shot é especial para mim :$ tem um significado tão grande, mas tão grande. senti cada palavrinha como se tivesse sido eu a viver este sonho! oh soul, amo-te tanto mas tanto . para sempre (L)

eu nem sei o que te diga, tocou-me no coração, rapidamente a magia da história deixou-me render ás tuas palavras, ao amor penetrante, conseguis-te expressar tudo de uma maneira que seria impossível se o leitor(a) não ficasse fascinado. muito, muito boa sorte, tu mereces ganhar, gmmdt <3.

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MensagemAssunto: Re: Christmas in New York [concurso de one-shots]   Dom Ago 09, 2009 7:30 pm

não sei o que dizer...mesmo! Tocou-me mesmo, foi como se estivesse no ceu a observar...

Axo k não consigo dizer mais nada, porque as coisas mais fascinantes nao se explicam...sentem-se!
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MensagemAssunto: Re: Christmas in New York [concurso de one-shots]   Dom Ago 09, 2009 8:19 pm

Código:
- O nosso amor não vai ter um final feliz, simplesmente porque nunca vai ter um fim.
Abracei-o com toda a força que possuía. Com cada músculo do meu corpo, com cada pedaço da minha alma, com o coração. Podia jurar que nunca dei um abraço tão forte e sentido como aquele.
é das coisas mais bonitas que já li, a sério *-*
e deixa lá, que tens aí frases tão bonitas, omg. tão perfeitas, e tocam imenso.
mas agora, posso ter de fazer um testamento para comentar isto, mas não importa, porque tu realmente mereces;
oh amor, juro-te que neste momento, estou completamente encantada com esta shot. vou ser sincera e dizer que é a melhor shot que já vi em toda a minha vida, e não estou a mentir, estou mesmo a ser sincera. foi a maior, isso sim xD mas foi mesmo a melhor que já li! estás completamente de parabéns. pela originalidade, pela história, por tudo. exprimiste as palavras de uma maneira, que eu consegui imagina-la toda na minha cabeça. via as vossas personagens na cabeça, e imaginava a cena toda. juro-te que é mesmo verdade. e tenho mesmo de dizer que amo a tua maneira de escrever, juro. descreves tudo tão bem, que dá mesmo para nós conseguirmos entranhar-nos nela, e é como se lá estivessemos dentro a viver a história toda. oh amor, não sei o que te dizer mais, é a coisa mais perfeita que já li. juro-te juro-te juro-te. posso ter lido coisas lindas, perfeitas. mas esta, está perfeitissima, e podes acreditar em mim.
e não me levem a mal, que as restantes shots estão perfeitas, e não digo que não possam ganhar, mas rita, para mim, mereces ganhar. se é que já não ganhaste mesmo (': muitos parabéns, a sério!!
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MensagemAssunto: Re: Christmas in New York [concurso de one-shots]   Dom Ago 09, 2009 8:27 pm

moa Jonas escreveu:
filipaj. escreveu:
oh amor, esta shot é a mais linda e sentida que já li. e só por respeito a isso nem sequer vou participar. mereces ganhar mais do que outra shot qualquer - nao quero dizer com isto que todas as que postarem aqui nao tenham sentido nem sejam de valor, pelo contrario, eu amo as shots que postam neste fórum, há shots tao mas tao lindas, é só boas escritoras aqui, e tenho muito orgulho nisso - mas esta shot é especial para mim :$ tem um significado tão grande, mas tão grande. senti cada palavrinha como se tivesse sido eu a viver este sonho! oh soul, amo-te tanto mas tanto . para sempre (L)

eu nem sei o que te diga, tocou-me no coração, rapidamente a magia da história deixou-me render ás tuas palavras, ao amor penetrante, conseguis-te expressar tudo de uma maneira que seria impossível se o leitor(a) não ficasse fascinado. muito, muito boa sorte, tu mereces ganhar, gmmdt <3.

tambem nao vais participar!?
obrigada mooa. Elogios sobre escrita vindos de ti são uma honra :$ gmdt(L)

&

Catarinaj.

opaaaaa, que comentario tao lindo que eu nem sei que dizer! E tu deves ser maluca (dah -.- haha) para dizer que é a melhor shot, porque de certeza qe nao o é. Mas muito muiiitoo obrigada por essas palavras todas que fazem o meu dia =]] fico muito feliz de conseguir que as pessoas entrem na história, é sem duvida um dos meus principais objectivos quando escrevo. aii desculpa nao sei que dizer T.T fiquei speechless <3
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MensagemAssunto: Re: Christmas in New York [concurso de one-shots]   Dom Ago 09, 2009 8:35 pm

Não vou estar com muitos rodeios até porque... só há uma palavra pra esta shot.

MARAVILHOSA.
deixa lá a cena das musicas e do timing, porque a leitura compensa Wink
se continuares a escrever coisas como estas, apita! quero lê-las uma por uma, minuto por minuto, porque está realmente fantástico.
Parabéns pelo shot.
Beijinhos (:
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MensagemAssunto: Re: Christmas in New York [concurso de one-shots]   Dom Ago 09, 2009 10:55 pm

ah, parva, ahah, eu não sou maluca (a)
mas sim, é mesmo a melhor que eu li até agora! mas é que disso podes mesmo ter a certeza. acredita no que acreditares. e tens mesmo esse dom :'$
e quando me apanhares no msn, -tens o documento no word, não tens?-queria que me mandasses a shot *-* porque eu não tenho o word, tenho outra merdica qualquer que é tipo word, mas não é, e não dá para guardar -.- e queria que me mandasses :'D
& esta éq era a tal shot de 8 páginas ? x]
love you!! & não tens nada que agradecer, fui sincera.
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MensagemAssunto: Re: Christmas in New York [concurso de one-shots]   Seg Ago 10, 2009 12:35 am

espero que tenhas bem a noção do quão incrível, espantosa e linda está esta on-shot.
não li muitas one-shots, para ser sincera mas das que li esta supera tudo.
nem sabes o excelente tempo que me proporcionaste.
para não falar do quão cativante é.
juro que está espantosa, aposto que ganhas :3
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MensagemAssunto: Re: Christmas in New York [concurso de one-shots]   Seg Ago 10, 2009 1:12 pm

eu gosto, esta tão giro!
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MensagemAssunto: Re: Christmas in New York [concurso de one-shots]   Ter Ago 11, 2009 2:03 pm

Está tão lindo. Amei mesmo. Ainda nem me recompus. A tua shot está tão sentida que no fim puseste-me a chorar. Nem sei o que dizer. Estou parva a olhar para o pc. AMEI, AMEI, AMEI, AMEI!
PARABÉNS por teres escrito esta maravilhosa shot e BOA SORTE para o concurso Smile
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MensagemAssunto: Re: Christmas in New York [concurso de one-shots]   Ter Ago 11, 2009 2:33 pm

OMJ!!
Estou em estado de choque Neutral
Mas q perfeição!
Uma das melhores one shot's q alguma vez li.
A historia é tão linda q eu nem tenho palavras para descrever o q senti quando li cada palavra sentida q escreveste.
Parabens por esta perfeição!
Tu vais ganhar de certeza.
Quero mais coisas assim!
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MensagemAssunto: Re: Christmas in New York [concurso de one-shots]   Ter Ago 11, 2009 5:45 pm

boa sorteee, esta shot esta liiiiiiiiiiiiiinda . está perfeita, esta MARAVILHOSAA
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MensagemAssunto: Re: Christmas in New York [concurso de one-shots]   Ter Ago 11, 2009 11:50 pm

WOW. TIPO WOW.
okay. Não há palavras.
Há muito tempo que não lia nada tão bom. PARABÉNS.
E boa sorte.
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MensagemAssunto: Re: Christmas in New York [concurso de one-shots]   Qua Ago 12, 2009 5:53 pm

vocês deixam-me completamente sem palavras. Eu JURO que pensava que assim que chegassem a meio da shot fechavam logo a página sem paciência para ler mais. Mas felizmente estava errada. Muito muito obrigada por lerem, comentarem & desejarem boa sorte (: Eu não escrevi esta shot para entrar no concurso, escrevi-a antes da ST abrir, só que quando soube do concurso pensei que não perdia nada por concorrer com ela... E para aquelas pessoas que dizem que ''por respeito a esta shot'' não vão participar, POR AMOR DE DEUS PARTICIPEM. POR RESPEITO A ESTA SHOT PARTICIPEM, QUERO MAIS CONCORRÊNCIA haha Mas a sério, eu fico me a sentir mal se não participarem! Sad PARTICIPEM, É UMA ORDEM .|.

& Obrigada mais uma vez *-* significa mais do que vocês imaginam.
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MensagemAssunto: Re: Christmas in New York [concurso de one-shots]   Qui Ago 20, 2009 7:30 pm

JESUS CHRIST. Existe outra perfeição para além do Joseph.
Meu Deus Rita. Eu chorei que me fartei e as lágrimas ainda perduram. O texto está tão tocante, tão lindo. Meu Deus, não há palavras.
Tens talento, um grande talento; acredita!
(...) Continuo sem palavras. Sem palavras possíveis para descrever este texto.
PARABÉNS, PARABÉNS E PARABÉNS OTURA VEZ.

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MensagemAssunto: Re: Christmas in New York [concurso de one-shots]   Qui Ago 20, 2009 9:19 pm

Mushroom; escreveu:
JESUS CHRIST. Existe outra perfeição para além do Joseph.
Meu Deus Rita. Eu chorei que me fartei e as lágrimas ainda perduram. O texto está tão tocante, tão lindo. Meu Deus, não há palavras.
Tens talento, um grande talento; acredita!
(...) Continuo sem palavras. Sem palavras possíveis para descrever este texto.
PARABÉNS, PARABÉNS E PARABÉNS OTURA VEZ.

não há mesmo palavras! amei,escreves tão bem a sério ! Parabens e boa sorte para o concurso
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MensagemAssunto: Re: Christmas in New York [concurso de one-shots]   Qui Ago 20, 2009 9:21 pm

Boa sorte amor. (:

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MensagemAssunto: Re: Christmas in New York [concurso de one-shots]   Qui Ago 20, 2009 10:15 pm

OMG!
Está linda, perfeita está com tudos e mais alguns detalhes!
Está magnifica, nunca li nada assim, está tão mas tão sentida :S
Ler esta one-shots foi incrivel e o outro "capitulo" era tão ou mais cativante que o anterior :$
AMEI :$
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MensagemAssunto: Re: Christmas in New York [concurso de one-shots]   Hoje à(s) 12:43 am

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Christmas in New York [concurso de one-shots]
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